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SALT - Engenharia e Meio Ambiente LTDA

GEOFÍSICA AQUÁTICA   —   Serviços de batimetria, sonar de varredura lateral e perfilagem sísmica

Perfilagem sísmica contínua

A Perfilagem Sísmica Contínua (PSC) é um método de investigação indireto baseado na propagação de ondas sísmicas. Capaz de fornecer uma visão dos estratos sedimentares e que, dependendo da geologia do local, permite o mapeamento do topo rochoso.

Na Perfilagem Sísmica Contínua, uma fonte acústica submersa produz oscilações nas partículas (pulsos). Quando os pulsos emitidos atingem a interface entre duas camadas com propriedades mecânicas diferentes, parte da energia é refletida de volta à superfície onde é captada por um receptor. Conhecendo a velocidade de propagação das ondas no meio e o tempo de trânsito fonte-interface-receptor, é possível calcular a profundidade do alvo.

O desempenho das fontes sísmicas é função fundamentalmente de três fatores:

  1. Potência
  2. Frequência de operação
  3. Condições ambientais

Fontes de maior potência possibilitam uma maior penetração no substrato (de algumas dezenas de metros), porém, pelas próprias características construtivas, essas fontes operam em faixas de frequência inferiores a 2 kHz.

Por sua vez, fontes capazes de operar em frequências mais altas e que fornecem melhor resolução não possuem potência suficiente para mapear os estratos mais fundos. A figura abaixo mostra dois perfis da mesma área com lâmina d’água de 20 metros, adquiridos com uso simultâneo de um boomer (0,4 a 2 kHz) e um chirp (2 a 9 kHz).


Perfil sísmico adquirido com uso simultâneo de duas fontes acústicas distintas: a) boomer (0,4 a 2 kHz); b) chirp (2 a 9 kHz).

Observa-se uma nítida diferença entre a capacidade de penetração das duas fontes. No perfil (a) aparece muito bem delineado o contorno do embasamento rochoso, enquanto no perfil (b) este apenas se insinua, além de aparecer um forte refletor na metade esquerda da imagem, que poderia ser erroneamente interpretado como embasamento.

A figura a seguir ilustra uma outra situação em que o uso do chirp foi determinante para a correta interpretação do perfil sísmico. No perfil (a) observa-se uma anomalia na superfície do fundo relacionada à ocorrência de um afloramento rochoso. Essa mesma anomalia não é observada tão claramente no perfil (b), podendo requerer gastos extras com estudos confirmatórios.


Perfil sísmico adquirido com o uso simultâneo de duas fontes acústicas distintas: a) chirp (2 a 9 kHz); b) boomer (0,4 a 2 kHz). Fonte: LAPS (2006).

Instrumentação

  • Chirp Meridata 2–9 kHz
  • Sparker ELC-30/1200 SIG
  • Boomer Maxi-pulse 300 SIG
  • Fonte de energia ENERGOS 300J

Soluções

  • Caracterização dos estratos sedimentares
  • Mapeamento do topo rochoso
  • Localização e mapeamento de dutos e estruturas
  • Estudo da geometria de camadas sedimentares
    • Espessura
    • Extensão
    • Morfologia
    • Estimativa de volume
  • Estimativa da espessura de capeamento
  • Projetos de dragagem

Produtos

  • Perfis sísmicos interpretados
  • Mapas topobatimétricos
  • Perfis vetorizados e raster
  • Amarração sísmica × sondagens

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